Investigadores do Instituto de Longevidade, da Universidade da Califórnia do Sul (EUA), chegaram à conclusão de que, praticando jejum, é possível prolongar a vida.
Os especialistas descobriram que o jejum não só diminui o nível de colesterol no sangue mas também baixa o fator insulinóide de crescimento (IGF-1), responsável pela regeneração dos tecidos no organismo. O excesso desta hormona pode provocar o envelhecimento precoce.
Em jejum, a produção desta hormona se reduz, o que, por sua vez, pode prolongar a vida em 15-30%, informa MIGnews.com. Mas os médicos não recomendam auto-tratamento. Antes de tomar a decisão de jejuar, é preciso consultar obrigatoriamente o médico. Fonte: Voz da Rússia.
Nota: Mais uma vez a Ciência comprova o que a Bíblia já dizia há centenas de anos. Se seguirmos a Palavra do Criador, estaremos sempre a frente da dita Ciência e é uma certeza por esses fatos e outros tantos.
Por causa do calor em julho teve início o derretimento rápido do gelo que cobre a maior ilha do mundo, a Groenlândia. As opiniões de especialistas divergem e vão desde visões apocalípticas à uma atitude pouco preocupada com as consequências do impacto do degelo rápido na Groenlândia e seu efeito no aumento do nível dos oceanos.
O gelo acumulado nas geleiras da Groenlândia é o segundo maior depósito depois da Antártida. Na verdade só há esses dois. Segundo os cientistas, o derretimento das geleiras e prateleiras de gelo de 2003 a 2010 aumentou o nível do mar em apenas meio milímetro, disse à Voz da Rússia o Doutor em Ciências Geológicas e Mineralógicas, professor titulado Igor Davidenko:
"Quando eu leio em jornais e revistas ou ouço na televisão a ideia ingênua de que, com o derretimento do gelo da Antártida e da Groenlândia, a água do oceano subirá 70 metros, quero repetir que isso é um absurdo, uma completa ignorância no assunto. Gelo constitui apenas 1,6 por cento de toda a hidrosfera."
A camada de gelo em Groenlândia está próximo do 81º grau de latitude norte e se conecta com o Oceano Ártico através da geleira Peterman, explica Igor Davidenko. O comprimento da camada é de 70 km, a largura é 15, a espessura varia de 80 a 600 metros. No centro de uma ilha, a geleira gigante atinge uma altura de 3,5 km. Cada vez no verão o gelo se derrete mais ou menos pela metade. A maior parte da água que se forma no interior da ilha, eventualmente congela-se de novo e só nas margens entra nos mares circundantes. Durante o período entre abril de 2002 e fevereiro de 2009, o gelo da Groenlândia "amagreceu" por 1,6 mil quilómetros cúbicos. O derretimento rápido das geleiras na Groenlândia, não trará nada fora do habitual ao meio ambiente da região, salienta Igor Davidenko.
Os especialistas acreditam que a causa da situação extraordinária na Groenlândia está na influência das massas do ar quente que estão paradas em cima da ilha desde o final de maio. A última frente excepcionalmente forte do ar quente começou a se dissipar aqui somente em 16 de julho.
Marinheiros da Nova Zelândia encontraram no Oceano Pacífico uma enorme ilha flutuante de pedra-pomes, informa hoje, sexta-feira, o jornal britânico The Daily Mail.
Supõe-se que o maciço, de cerca de 26.000 km quadrados tivesse sido formado em resultado de solidificação de escória vulcânica.
A ilha flutuante foi descoberta a cerca de 157 quilômetros a sudoeste da ilha de Raoul, na Nova Zelândia. De acordo com testemunhas, elas nunca se tinham deparado com algo parecido.
Os cientistas acreditam que a ilha gigante da lava porosa não representa perigo para a navegação, relata a BBC.
Composição digital do crânio 1470, de 1972, com o maxilar encontrado recentemente
Ossos de quase 2 milhões de anos encontrados no Quênia mostraram que pode haver espécies ainda não descobertas de ancestrais do ser humano
Alguns novos galhos da árvore genealógica humana, de quase dois milhões de anos de idade, acabam de ser descobertos. Uma tradicional família de paleontólogos encontrou novos fósseis que, de acordo com eles, confirmam sua teoria que existiram mais duas espécies de hominídeos além da que é ancestral do ser humano moderno.
Uma equipe liderada por Meave Leakey, nora do cientista britânico Louis Leakey, descobriu ossos faciais de uma criatura e maxilares de dois outros espécimes no Quênia. Isso levou os pesquisadores a concluir que o Homo erectus , considerado nosso ancestral direto, conviveu com outras espécies de hominídeos, e todos seriam aparentados entre si.
Mas outros especialistas não estão convencidos, e afirmam que as provas disso ainda são muito limitadas, continuando uma controvérsia sobre as origens humanas que dura cerca de 40 anos.
Em sua defesa, o grupo de Leakey diz que nenhum dos novos fósseis combina com o H. erectus . Segundo Meave, “eles têm um perfil muito distinto, então têm que ser algo diferente”, ao descrever o estudo publicado na edição desta semana do periódico científico Nature.
As ossadas combinam, na verdade, com um crânio descoberto em 1972 por Meave e seu marido Richard, que sempre intrigou a comunidade científica. O fóssil, conhecido como 1470, não se enquadrava no que se sabia do Homo erectus , defendia o casal. Segundo eles, o rosto é reto demais, com um maxilar sem projeção. Inicialmente, ele foi datado como tendo 2,5 milhões de anos, e depois a datação foi corrigida para 2 milhões de anos.
O debate se estende há 40 anos: por um lado, cientistas argumentando que o 1470 poderia ser apenas um H. erectus deformado, e os Leakeys afirmando que se tratava de algo novo, e que isso significava que havia mais de uma espécie de hominídeos primitivos.
A nova descoberta reforça a teoria de que se trata de que o 1470 se trata de uma espécie separada, afirma Fred Spoor, do Instituto Max Planck da Alemanha e coautor do estudo. As novas ossadas foram encontradas entre 2007 e 2009 a dez quilômetros de distância da região do Lago Turkana, onde foi encontrado o 1470. Então seriam duas espécies – Homo erectus e a espécie representada pelo 1470.
Mas a coisa se complica ainda mais. A equipe de Leakey afirma que outros fósseis antigos – além dos citados no novo estudo – não se encaixam nem com o erectus nem com o 1470. Eles teriam cabeças menores, e isso não seria porque são fêmeas, como seria de se supor. Por causa disso, a equipe diz que na verdade seria três espécies diferentes de hominídeos vivendo no Quênia entre 1,8 e 2 milhões de anos atrás. Seriam o Homo erectus , a espécie do 1470 e uma terceira. Segundo Meave, as duas novas espécies foram extintas há mais de um milhão de anos, sem deixar descendentes. “A evolução humana não é mais uma linha reta, como antes se acreditava”, disse Spoor.
As três espécies teriam vivido ao mesmo tempo e no mesmo lugar, mas provavelmente não interagiam muito, afirmou o cientista. Ainda assim, o leste africano teria sido “um lugar bem cheio”.
O que tornou tudo mais confuso foi o fato do grupo não querer nomear as supostas novas espécies, nem identificá-las com espécies de hominídeos já propostas, mas ainda não completamente estabelecidas.
As possibilidades seriam Homo rudolfensis – a qual o 1470 e seus semelhantes parecem pertencer – e o Homo habilis , onde os outros não- erectus se encaixam, disse a coautora Susan Anton, da New York University.
Mas Tim White, biólogo evolucionista da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Mildred Wolporff, professora de antropologia da Universidade de Michigan, não estão convencidos. Eles dizem que a conclusão de Meave Leakey é muito grande para poucas provas.
Segundo White, o que a cientista fez é análogo a comparar o maxilar de uma ginasta nas Olímpiadas com a de um arremessador de peso, ignorar outros rostos e afirmar que os dois são de espécies diferentes. Já o paleoantropólogo do Lehman College em Nova York Eric Delson disse acreditar no estudo dos Leakeys, mas ressalta que as conclusões não serão definitivas até que se encontrem ossadas de ambos os sexos das espécies não- erectus . “É um período muito confuso,” disse.
Fonte: Último Segundo
Nota: Percebemos mais uma vez a discordância interna entre os simpatizantes da TEORIA da Evolução, que apregoam sempre terem uma verdade absoluta, sendo que internamente há grandes divergências, ou seja, teorias, suposições, nada definitivo. E porque são tão contra o Criacionismo?
Os sapos, como este do fluviário de Mora, são muito sensíveis às alterações químicas na água
A debandada geral de uma colónia de sapos num lago em L'Aquila, Itália, dias antes de um sismo em 2009 surpreendeu uma equipa de investigadores. Depois de anos de estudo concluíram que estes anfíbios conseguem prever os tremores de terra com vários dias de antecedência.
A bióloga da Universidade Aberta do Reino Unido, Rachel Grant, monitorizava uma colónia de sapos-comuns (Bufo bufo) num lago em L’Aquila, Itália, quando tudo aconteceu. “Foi dramático. Em apenas três dias, a colónia passou de 96 sapos para zero”, disse a investigadora à BBC, que publicou os seus dados na revista Journal of Zoology.
O estudo revela que os sapos “mostraram um comportamento muito pouco habitual antes do sismo de magnitude 6.3 na escala de Richter em L’Aquila, em Itália, a 6 de Abril de 2009”. “Dias antes do sismo, os sapos desapareceram subitamente dos seus locais de reprodução num pequeno lago a 75 quilómetros do epicentro e só regressaram depois de uma série de réplicas”, acrescenta o estudo.
Pouco tempo depois, Rachel Grant foi contactada pela NASA (agência espacial norte-americana), que estudava as alterações químicas que ocorrem quando as rochas estão sob stress extremo.
Com base em testes em laboratório, a equipa de sete investigadores coordenada pelo geofísico Friedemann Freund, da NASA, concluiu que os animais detectam as alterações químicas na água subterrânea, causadas pela libertação de partículas através das rochas na crosta terrestre que estão em tensão, devido às forças tectónicas antes de um sismo. Esta cadeia química pode afectar o material orgânico dissolvido nas águas de um lago, transformando materiais inofensivos em substâncias que são tóxicas para os animais aquáticos.
Segundo a equipa de investigação, que publicou as suas conclusões na revista Journal of Environmental Research and Public Health, os animais que vivem nessas águas ou perto delas são extremamente sensíveis às mudanças na sua composição química.
Os investigadores acreditam que biólogos e geólogos podem trabalhar em conjunto para preparar melhor a chegada de um sismo. Freund diz que o comportamento destes animais pode ser apenas um de uma cadeia de eventos que podem prever um sismo. “Quando compreendermos de que forma estes sinais estão ligados e se virmos quatro ou cinco a apontar na mesma direcção, então podemos dizer que algo está para acontecer.”
À medida que voluntários eram expostos aos vídeos violentos, atividade em região do cérebro ligada às reações emocionais diminuía. Garotos adolescentes repetidamente expostos a programas de televisão, filmes e video-games violentos têm mais chances de se tornar insensíveis à violência, de acordo com um estudo publicado nesta terça-feira.
Não é a primeira vez que pesquisadores investigam a hipótese de que imagens violentas podem brutalizar os jovens.
A maior preocupação dos cientistas é com a parte do cérebro que controla as emoções e reações a eventos externos - em outras palavras, o "freio" que obedece a nosso senso de certo e errado -, que ainda está em fase de desenvolvimento durante a adolescência.
As últimas pesquisas neste campo, no entanto, vêm sendo questionadas por falta de indícios sobre o que de fato acontece com as funções cerebrais, principalmente na área conhecida como córtex lateral orbitofrontal (OFC, na sigla em inglês), quando um adolescente é exposto a cenas de violência.
Junto com sua equipe, Jordan Grafman, do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrames dos Estados Unidos, estudou o comportamento de 22 garotos com idades entre 14 e 17 anos, com o objetivo de obter dados clínicos.
Cada um dos jovens assistiu a uma série de clipes curtos, de quatro segundos, mostrando cenas de violência, extraídos de 60 vídeos diferentes.
As imagens foram escolhidas previamente por um outro grupo de adolescentes, que as classificaram como muito, médio ou pouco violentas. Elas foram exibidas em ordem aleatória aos voluntários do estudo, em blocos de 20 clipes.
Os jovens assistiram às cenas deitados em um aparelho de ressonância magnética, usado para monitorar sua atividade cerebral. Além disso, seus dedos estavam ligados a sensores, capazes de medir a condutividade elétrica da pele, que varia de acordo com o suor; este dado é considerado útil como guia à resposta emocional a estímulos.
Os pesquisadores averiguaram que, quanto mais tempo os garotos olhavam para as imagens mais violentas, menos reagiam em termos de atividade do OFC e da condutividade da pele.
O mesmo não ocorreu quando os voluntários eram expostos às imagens consideradas de menor grau de violência.
"Descobrimos que, à medida em que eram expostos aos vídeos mais violentos, a atividade em regiões do cérebro dos meninos ligados às reações emocionais diminuía, e isso se refletiu nos dados coletados pela ressonância magnética e pelo medidor de condutividade da pele", explicou Grafman.
A dessensibilização foi mais evidente entre adolescentes que relataram ser constantemente expostos a imagens violentas em sua rotina, de acordo com as respostas a um questionário que fazia parte da etapa inicial do estudo.
Para Grafman, as imagens violentas estimulam estruturas do cérebro tipicamente ativadas quando as pessoas estão sendo agressivas. Sem o "guardião mental" que exerce a contenção emocional, esta exposição torna mais provável que um jovem cresça considerando a violência um comportamento aceitável.
"As implicações são inúmeras (...), e incluem a ideia de que a exposição contínua a vídeos violentos é capaz de tornar um adolescente menos sensível à violência, mais confortável com a violência, e mais propenso a cometer atos agressivos, uma vez que o componente emocional associado à agressão, que normalmente age como freio, foi reduzido", indicou.
Uma vez que o estudo recrutou apenas garotos, não é possível afirmar o que ocorre com meninas excessivamente expostas a imagens de violência.
A pesquisa foi publicada na versão online da revista britânica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Pesquisadores descobriram que o estresse sentido ao assistir filmes de violência altera conexões cerebrais
Cenas violentas provocam uma redistribuição estratégica de recursos para áreas cerebrais ligadas a funções relacionadas a sobrevivência. O cinema também pode mudar a forma como o nosso cérebro funciona.O estresse sentido ao assistir filmes violentos, por exempo, muda funções cerebrais afirma grupo de pesquisadores, liderado por Erno Hermans, da Universidade de Universidade Nijmegen Radboud, na Holanda.
Em trabalho publicado nesta quinta-feira (24) no periódico científico Science pesquisadores demostraram que cenas violentas alteram as conexões entre diferentes regiões do cérebro. Eles fizeram um experimento no qual mostravam dois tipos de cenas de filmes (violentos e não violentos) a várias pessoas e analisaram as respostas do cérebro às imagens utilizando uma tecnologia de chamada ressonância magnética funcional que permite enxergar quais áreas do cérebro estão sendo ativadas em um determinado momento.
Nota: A ciência mais uma vez confirma aquilo que o Manual da Vida já aconselha há milênios: "Não colocarei coisa má diante dos meus olhos" (Salmo 103:5). CJK