terça-feira, 14 de agosto de 2012

O Universo se desloca para o desconhecido a uma velocidade estonteante


Os astrónomos da NASA estão já há um ano a tentar perceber algo de inexplicável: o conjunto de galáxias que nós conhecemos como Universo se está deslocando em direção a algo enorme.

Esse fenómeno foi batizado pelos cientistas de fluxo escuro (dark flow).
A essência desse fenômeno é a existência no espaço distante de uma concentração de energia (ou será de matéria?) que se encontra fora dos limites da nossa percepção da realidade e que, além de tudo o mais, atrai todo o universo observável à velocidade de 600 km/seg.
Que fenômeno é este e quais serão as consequências para a humanidade é uma questão à qual os cientistas ainda não têm resposta.

Fonte: Voz da Rússia

Estado americano aprova ensino do criacionismo nas escolas


Uma lei que permitirá aos professores de escolas públicas questionarem o consenso científico em questões como aquecimento global e teoria da evolução entrará em vigor em breve no estado americano do Tennessee, no sul. O governador Bill Haslam permitiu que o projeto de lei - aprovado pela Câmara estadual e pelo Senado - se torne lei sem sancioná-la, afirmando não acreditar que a legislação "mude os padrões científicos que são ensinados em nossas escolas".
"No entanto, eu também não acredito que traga algo que não seja aceitável em nossas escolas", afirmou o governador, em um comunicado. A medida permite a professores "ajudar estudantes a compreender, analisar, criticar e revisar de forma objetiva os potenciais e fragilidades científicas das teorias existentes abordadas na disciplina ensinada". Também diz que a legislação "não deve ser construída para promover qualquer doutrina religiosa ou não religiosa".
Nos últimos dias, o governador recebeu uma petição assinada por mais de 3 mil pessoas pedindo que vetasse o projeto, mas seus partidários conservadores tinham apoio suficiente para sobrepujar o veto com uma maioria simples. "Uma boa legislação deve trazer clareza e não confusão. Minha preocupação é que este projeto não tenha alcançado este objetivo", afirmou Haslam. "Por esta razão, eu não assinarei o projeto, mas permitirei que se torne lei sem a minha assinatura", acrescentou.
Os críticos rotularam a lei de "Projeto de lei do macaco" (Scopes Monkey Trial, em inglês), em alusão ao amplamente divulgado "Julgamento do Macaco", ocorrido em 1925, em que o estado do Tennessee acusou o professor de nível médio John Scopes de violar uma lei estadual que proibia o ensino "de que o homem descendeu de uma ordem animal menor".
A Associação de Professores de Ciências do Tennessee e a seção estadual da União Americana de Liberdades Civis (ACLU, em inglês) são os maiores críticos da medida e afirmam que ela dará amparo legal para que os educadores ensinem ideias pseudocientíficas. "Eles não falam tanto sobre criacionismo, mas sobre Desenho Inteligente", disse no começo da semana Hedy Weinberg, diretor executivo do braço estadual da ACLU.
"É uma forma muito inteligente e sutil de desafiar a teoria da evolução e permitir que os professores introduzam o Desenho Inteligente e o neocriacionismo", acrescentou. O Desenho Inteligente defende a ideia de que a evidência científica pode demonstrar que formas de vida se desenvolveram sob o direcionamento de uma inteligência superior.
O Discovery Institute, cujo modelo jurídico inspirou o projeto de lei, o enalteceu como "protetor da liberdade acadêmica de professores de ciência para que possam discutir de forma abrangente e objetiva tópicos científicos controversos, como a evolução". Radicado em Seattle, o grupo apoia o ensino de alternativas à evolução em escolas públicas, bem como a pesquisa sobre o Desenho Inteligente.
A última controvérsia é parte de uma longa batalha entre os defensores de um ensino público secular e cristãos conservadores, que acusam as autoridades de atacarem sua liberdade ao manter a religião fora da esfera pública.
Em dezembro de 2010, uma pesquisa do instituto Gallup apontou que quatro em dez americanos acreditam que Deus criou os homens em sua forma atual cerca de 10 mil anos atrás. Mas evidências científicas demonstram que os humanos evoluíram de ancestrais símios ao longo de um período de cerca de seis milhões de anos.
Em 1968, com base na separação entre Estado e Igreja, a Suprema Corte considerou inconstitucional banir o ensino da Teoria da Evolução.
Fonte: AFP

Em aula de Escola Adventista, é dito que fósseis se formaram no dilúvio



A foto de uma aula na qual o professor ensina a alunos do 6º ano do Colégio Adventista de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá (MT), que os fósseis são restos de animais e plantas petrificados formados "na época do dilúvio" tem gerado muita repercussão nas redes sociais, após a imagem ter sido publicada na página do Facebook da escola.
A foto da aula, publicada no começo do mês, tem gerado muitas críticas de pessoas contrárias à proposta de ensino e acusam a igreja de "alienação" além de considerarem a aula uma "piada". Já outros defendem a iniciativa como uma proposta "crítica", pautada na "fé" e aplaudem a coragem da entidade e do professor.
Segundo nota divulgada pela escola, o ensino praticado pela instituição é o criacionismo em conjunto com o evolucionismo, baseado em argumentos científicos e lógicos, sem imposição de crenças religiosas e "em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura". De acordo com a escola, a maioria dos alunos não frequenta a Igreja Adventista, mas o objetivo é desenvolver o entendimento de ambos os modelos entre os estudantes.
Acerca da aula sobre os fósseis, a instituição esclarece que "para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos (...) pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa". Segundo a escola, o professor tentou apenas permitir que os alunos desenvolvam senso "crítico/comparativo".
"Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aula sobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente", diz o comunicado, que finaliza dizendo que a instituição está e primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Procurado pelo Terra, o Ministério da Educação repassou ao Conselho de Educação mato-grossense a responsabilidade pelo acompanhamento e aprovação do que é ensinado nas escolas daquele Estado. Através de sua assessoria de imprensa, a pasta demonstrou preocupação com o caso e prometeu repassar as informações para o ministro Aloizio Mercadante.
De acordo com o Conselho de Educação do Mato Grosso, o Estado é laico, segundo normatiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, por isso o ensino de preceitos religiosos não deve ser cobrado como conteúdo em provas, por exemplo. Apesar da escola ser mantida por uma instituição adventista, o ensino religioso deve ser algo facultativo para o estudante, além de precedido de uma discussão e aprovação em assembleias dentro da escola, antes de ser apresentado ao conselho para avaliação.
Membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) que atuam na área da genética manifestaram preocupação com o consideraram ideias "retrógradas que afrontam o método científico, fundamentadas no criacionismo, também chamado como 'design inteligente' (...) sentimo-nos afrontados pela divulgação de conceitos sem fundamentação científica por pesquisadores de reconhecido saber em outras áreas da Ciência", diz a carta divulgada pela ABC.
De acordo com o site do colégio, a aula de História "diferente" foi ministrada com a supervisão do professor Toni Carlos Sanches, com a simulação da produção de fósseis. "A discussão girou em torno da questão se os fósseis se formaram há milhões de anos atrás como sugere o Evolucionismo, ou, se foram formados há milhares de anos atrás por ocasião do dilúvio, como sugere o Criacionismo", segundo divulgou a instituição. "Após os experimentos os alunos ficaram entusiasmados e muitos confirmaram a crença em um dilúvio universal", completa.
No entanto, a discussão não é nova. Nos Estados Unidos uma lei do Estado do Tennessee, que deve entrar em vigor brevemente, permitirá que os professores de escolas públicas questionarem o consenso científico em questões como aquecimento global e teoria da evolução.
A medida visa permitir aos professores que ajudem os estudantes a compreender, analisar, criticar e revisar de forma objetiva as potenciais fragilidades científicas das teorias existentes abordadas na disciplina ensinada, mas que não deve ser usada "para promover qualquer doutrina religiosa ou não religiosa", segundo diz o texto da nova lei.
Fonte: Terra



Brasil é o 3º país onde mais se crê em Deus, diz pesquisa

O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em "Deus ou em um ser supremo" em uma pesquisa conduzida em 23 países. A pesquisa, feita pela empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados "definitivamente acreditam em uma 'entidade divina' comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza".
O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados, e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados. Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% "simplesmente não sabem".
Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas "não especificamente em um paraíso ou inferno", 19% acreditam "que a pessoa vai para o paraíso ou inferno", outros 7% acreditam "basicamente na reencarnação" e 2% acreditam "no paraíso, mas não no inferno". Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.
Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam "basicamente na reencarnação", com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%. Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52%, e Estados Unidos, 41%.
Criação X evolução
As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos. Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos. Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.
Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos. Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.
Descrentes e indecisos
Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em "Deus, deuses, ser ou seres supremos". No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37%, e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.
A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo "às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos". Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32%, e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.
Fonte: Terra

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Arqueólogos encontram primeira prova da existência da Belém bíblica

Objeto era usado para carimbar documentos e objetos


Arqueólogo segura o pequeno selo que, segundo os pesquisadores, é a primeira prova da existência da cidade de Belém durante o período descrito na Bíblia


O objeto de argila contém a inscrição "Bat Lechem"


Objeto era usado para carimbar documentos e objetos

Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", que supõe a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia, informou nesta quarta-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel.
Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, que foi encontrado nas polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental.
Datada entre os séculos VII e VIII a.C, a peça é meio milênio posterior às Cartas de Amarna, uma correspondência diplomática em língua acádia sobre tabuletas de argila entre a Administração do Egito faraônico e os grandes reinos da época e seus vassalos na zona.
O descobrimento anunciado nesta quarta remete a uma época posterior, a do Primeiro Templo Judeu (1006 - 586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte do reino da Judéia.
"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", assinalou o responsável das escavações, Eli Shukron, em comunicado. "A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", acrescenta a especialista.
Fonte: Agência Reuters

Jejum prolonga a vida

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Investigadores do Instituto de Longevidade, da Universidade da Califórnia do Sul (EUA), chegaram à conclusão de que, praticando jejum, é possível prolongar a vida.

Os especialistas descobriram que o jejum não só diminui o nível de colesterol no sangue mas também baixa o fator insulinóide de crescimento (IGF-1), responsável pela regeneração dos tecidos no organismo. O excesso desta hormona pode provocar o envelhecimento precoce.
Em jejum, a produção desta hormona se reduz, o que, por sua vez, pode prolongar a vida em 15-30%, informa MIGnews.com. Mas os médicos não recomendam auto-tratamento. Antes de tomar a decisão de jejuar, é preciso consultar obrigatoriamente o médico. Fonte: Voz da Rússia.

Nota: Mais uma vez a Ciência comprova o que a Bíblia já dizia há centenas de anos. Se seguirmos a Palavra do Criador, estaremos sempre a frente da dita Ciência e é uma certeza por esses fatos e outros tantos.

Será que um dilúvio ameaça a Terra?

Será que um dilúvio ameaça a Terra?

Por causa do calor em julho teve início o derretimento rápido do gelo que cobre a maior ilha do mundo, a Groenlândia. As opiniões de especialistas divergem e vão desde visões apocalípticas à uma atitude pouco preocupada com as consequências do impacto do degelo rápido na Groenlândia e seu efeito no aumento do nível dos oceanos.

O gelo acumulado nas geleiras da Groenlândia é o segundo maior depósito depois da Antártida. Na verdade só há esses dois. Segundo os cientistas, o derretimento das geleiras e prateleiras de gelo de 2003 a 2010 aumentou o nível do mar em apenas meio milímetro, disse à Voz da Rússia o Doutor em Ciências Geológicas e Mineralógicas, professor titulado Igor Davidenko:
"Quando eu leio em jornais e revistas ou ouço na televisão a ideia ingênua de que, com o derretimento do gelo da Antártida e da Groenlândia, a água do oceano subirá 70 metros, quero repetir que isso é um absurdo, uma completa ignorância no assunto. Gelo constitui apenas 1,6 por cento de toda a hidrosfera."
A camada de gelo em Groenlândia está próximo do 81º grau de latitude norte e se conecta com o Oceano Ártico através da geleira Peterman, explica Igor Davidenko. O comprimento da camada é de 70 km, a largura é 15, a espessura varia de 80 a 600 metros. No centro de uma ilha, a geleira gigante atinge uma altura de 3,5 km. Cada vez no verão o gelo se derrete mais ou menos pela metade. A maior parte da água que se forma no interior da ilha, eventualmente congela-se de novo e só nas margens entra nos mares circundantes. Durante o período entre abril de 2002 e fevereiro de 2009, o gelo da Groenlândia "amagreceu" por 1,6 mil quilómetros cúbicos. O derretimento rápido das geleiras na Groenlândia, não trará nada fora do habitual ao meio ambiente da região, salienta Igor Davidenko.
Os especialistas acreditam que a causa da situação extraordinária na Groenlândia está na influência das massas do ar quente que estão paradas em cima da ilha desde o final de maio. A última frente excepcionalmente forte do ar quente começou a se dissipar aqui somente em 16 de julho.